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Portugal Resiste!

Luís Cília
Lingua: Portoghese

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[1965]
EP "Portugal Resiste!".
Parole del poeta Manuel Alegre
Portugal Resiste

Testo trovato sulla pagina ufficiale di Luís Cília
Tiraste-me o direito à vida , mas eu vivo
Mandaste-me prender, mas eu sou livre
Que não pode morrer, não pode ser cativo
Quem pela Pátria morre, e só por ela vive.

Vi os campos florir mas não ouvi
Raparigas cantando em nossas eiras
Nossos frutos eu vi levar e vi
Na minha Pátria as garras estrangeiras

Vi os velhos e os meninos assentados
nos degraus da tristeza vi meu povo cismando
vi os campos desertos, vi partir soldados
sobre o meu povo negros corvos vi pairando

E tu que do pais fizeste a triste cela
Tu que te fechas em teu próprio cativeiro
Tu saberás que a Pátria não se vende
E em cada peito em cada olhar se acende
Este fogo este vento de lutar por Ela.

Tu saberás que o vento não se prende.

E não terás nas tuas mãos de carcereiro
O sol que mora nas canções que nós cantamos
Nem estas uvas penduradas nas palavras
Tu que servis as pretendeste ou escravas

Em silêncios de morte e de convento
Tu ouvirás na língua que traíste
Palavras como o fogo como o vento
Estas palavras com que Portugal resiste.

inviata da Alessandro - 10/11/2009 - 10:35



Lingua: Spagnolo

Versione spagnola di Gustavo Sierra Fernández
La Zamarra de Gustavo
PORTUGAL RESISTE

Me tiraste derecho a la vida, pero yo vivo.
Mandaste prenderme, pero yo soy libre
Que no puede morir, no puede ser cautivo
quien por la Patria muere, y sólo por ella vive.

Vi los campos florecer pero no oí
muchachas cantando en nuestros campos
Nuestro frutos yo vi llevar y vi
en mi Patria las garras extranjeras.

Vi a los viejos y a los niños sentados
en los pasos de la tristeza vi a mi pueblo cavilando
vi los campos desiertos, vi partir soldados
sobre mi pueblo negros cuervos vi planeando
Y tú que del país hiciste la triste celda
Tú que te cierras en tu propio cautiverio
Tú sabrás que la Patria no se vende
Y en cada pecho y en cada mirada se enciende
Este fuego este viento de luchar por ella.
Tú sabrás que al viento no se le prende.
Y no tendrás en tus manos de carcelero
el sol que mora en las canciones que nosotros cantamos
ni estas uvas colgadas en las palabras
tú que servil las pretendiste esclavas

En silencios de muerte y de convento
tú oirás en la lengua que traicionaste
palabras como el fuego como el viento
Estas palabras con las que Portugal resiste.

8/10/2011 - 18:11


Thanks for remember this song.

I want to know if you have, or have notice, about this song on a disk italian at CIDE.
You cansee de front of it at:

http://www.luiscilia.com/index_ficheir...

grazie

leonardo
(if you have it can you tell me the number of this edition?)

leonardo - 3/10/2011 - 23:26



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